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Entre a coroa e a pólvora

Chapter 4: Festa de arrombado.

Notes:

Olá gente. Peço mil desculpas pela demora dos capítulos mas espero que gostem já que estou fazendo essa linda história, com um grande amigo meu que inclusive está responsável pelos designs dos personagens, o que tristemente, toma ainda mais do nosso tempo com as produções dos capítulos, dito isso um feliz ano novo e natal atrasado a todos!

Chapter Text

 

Nas ruas da cidade infernal, uma súcubo de olhos dourados dirigia alegremente a Van de sua empresa onde dentro dela, a diabete leva sua filha canina e seu casal de funcionárias. A tubarão sentada no banco de trás olhava pela janela do veículo sorridente, abraçada à sua esposa dragão que ronronava baixinho com a cabeça deitada em seu peito. Já no banco do passageiro estava a cadela infernal que mexia concentrada seu celular, ignorando completamente a forma como sua mãe adotiva dirigia pelas avenidas. 

 

— Puta merda eu amo essa parte! But my friend you have seen nothing! just wait til i get through because i’m bad! i’m bad! Shamone!! — A acastanhada cantava animada, ultrapassando os outros carros rumo a sua empresa, mas quando finalmente chega ao estacionamento do prédio deixaria a van. Um carro do tipo lowrider de cor ciano metálico com detalhes em prata surge de repente, ultrapassando ela e parando na vaga que estava prestes a estacionar. A diabrete assustada freia o veículo na hora, aborrecida a morena abaixou a janela da van começando xingar o sujeito que roubou sua vaga. — Oh seu filho da puta! Quem você pensa que é pra roubar a minha vaga caralho! Sai desse carro agora se você for um macho de verdade seu merda!!

 

Então as portas do carro ciano se abrem, saindo de dentro do mesmo um Incubo albino de cabelos curtos grisalhos com pontas azuis, vestindo uma blusa curta preta que mostrava sua barriga definida e uma calça branca, acompanhando o rapaz, estava uma cachorra infernal grande de pelos cinzas, cabelos negros curtos e roupas pank. A diabrete ao reconhecer o homem solta um gemido de surpresa e arrependimento, no entanto a súcubo logo sai do automóvel, com os braços cruzados e de cara fechada.

 

— Sans… — Disse a menor entre rosnados apertando os braços com força, tentando conter toda a raiva e desgosto por ver o platinado novamente em sua vida.

 

— Frisk. Imaginei que essa voz de mulher implorando por pica em hentais era sua. — Provocou o diabrete rindo de forma maldosa, pondo a mão em um dos bolsos da calça e tirando dela uma pequena garrafa de metal cujo abriu, dando uma golada no líquido alcoólico que tinha ali dentro.

 

— Nossa que engraçado. Bem que eu tava sentindo um cheirinho de puta de longe, o que é irônico porque o puteiro mais próximo fica a três anéis daqui! — Rebateu a morena dando um sorriso debochado para o mais alto, se segurando para não pular no pescoço albino e encher o rosto dele de socos.

 

— Me sentiria ofendido se me importasse com alguém tão desprezível é sem tamanho como você. Mas como todos me adoram e uma parcela “pequena” me odeia, isso não me afeta, além do mais o teu irmão mandou um oizinho. — Completou o alcoólatra terminando sua bebida, limpando o canto da boca usando a palma de sua mão de uma maneira sedutora. 

 

— Bela merda, pelo visto você ainda continua o mesmo alcoólatra patético de sempre. Tu bebe essa porra como se fosse uma buceta, vai ver seja para se lembrar do sabor da minha não é? — Afirmou a demônio tocando na ferida do platinado que dá um rosnado feroz pelas palavras da baixinha, apertando a garrafa que segurava com força. A diabinha, por outro lado, moveu a cauda se sentindo extremamente orgulhosa por ter deixado seu ex “ficante” genuinamente bravo, por ter tocado num tópico tão sensível. — Agora quero que tire esse carro pomposo do meu estabelecimento!

 

— Pois saiba que essa vaga tem o meu nome, além disso estou trabalhando para um estúdio muito renomado que tem neste prédio, já que vou gravar aqui até a primavera. — Informou o de olhos azuis tentando não se abalar pelo comentário da diabrete, dando um pequeno sorriso para a mulher enquanto colocava um óculos escuros em formato de coração no rosto. 

 

— O que! Mas nem fudendo!! 

 

— Owwn tá putinha é Frisk? O que você vai fazer? Vai sair de um hotel sem pagar, roubar meu carro dirigir até o anel da ira e estourar a porra do meu cartão em uma fazenda de coelhos!!! — Exclamou o pálido em uníssono com a súcubo que apenas suspira cansada ao se lembrar do tal ocorrido, revirando os olhos irritada pelo mais alto ainda estar chateado com aquele incidente.

 

— Meu Deus irmão, supera essa merda! Isso já aconteceu há mais de 6 anos. — A acastanhada bufou batendo com o casco no chão, desviando seu olhar do homem que lhe mirava extremamente furioso. A cadela púrpura que ainda estava na Van junto das outras demônias olhavam aquela conversa totalmente desacreditada, sem conseguir imaginar que sua própria mãe conhecia um dos cantores mais famosos do inferno. 

 

— Quer saber? vai se fuder. — Concluiu o grisalho dando um grunhido enfurecido se afastando da morena, saindo do estacionamento e indo para o mesmo prédio onde ela trabalhava, deixando a súcubo sozinha com suas amigas e filha. Que não perdem tempo em sair da van e irem até ela, a enchendo de perguntas sobre o albino.

 

— Mãe, você conhece o Sans Mayday?! — Questionou a canina chocada chegando perto da diabinha que suspirava caminhando para a entrada do prédio, pensado em como tal mulher poderia ter conhecido o popstar.

 

— Sim sim, eu conheço aquele viadinho mas isso não é uma história interessante para se contar. — Retrucou a baixinha de forma desinteressada adentrando no edifício indo até o ponto de elevador do lugar, que por sorte tinha um vazio esperando pela chegada do grupo.

 

— Você está zoando?! Tu conhece um Incubus popstar e fala que não tem uma história interessante? Vai enganar cego! Mas vocês já tiveram um lance não é!? — A tubarão indagou curiosa dando um sorrisinho malicioso entrando no elevador com sua esposa, ficando bem ao lado da súcubo que se escorava na parede com uma expressão de tédio conforme o elevador começava a subir.

 

— Sério no que vocês vêem de tão especial nisso afinal? — Pergunta a de olhos dourados fitando a azulada indignada, ainda tentando entender o porquê da surpresa de todas quanto ao seu ex.

 

— Mãe é literalmente Sans Mayday! Ele é literalmente uma das pessoas mais conhecidas do inferno! — A loba diz como se aquilo fosse a coisa mais óbvia do universo, tendo até a confirmação da diabete marinha em resposta.

 

— Tipo, como que ele deu para você?... ou você que deu pra ele? — Até a dragão entra na conversa, mostrando sua genuína curiosidade sobre o antigo relacionamento da súcubo com o grisalho.

 

— Tá bom, beleza! Olha a gente já teve um lance antes mas não era nada sério, só que ele levou tudo para o emocional e por causa disso terminamos… — Confessa a de olhos dourados estressada para as três que lhe observavam, dando um rosnado chateada ao seu recordar dessa parte de sua vida amorosa que de alguma forma ainda a fazia se sentir um pouco mal.

 

— Puta merda cara, você realmente deve ter algum fetiche me pegar gente rica e formosa em. — Disse a réptil para a chefe que claramente se zanga ainda mais com tal comentário, dando assim o dedo do meio para a de escamas amarelas que apenas ri do ato da baixinha.

 

Quando o elevador chega no andar das diabretes, o grupo logo sai de dentro da máquina e andam em direção ao escritório onde trabalham. Contudo no meio do caminho o quarteto acaba se deparando com a mesma cão infernal que acompanhava o incubo albino mais cedo. Deixando a filha da súcubo fique com o rosto corado enquanto admirava, completamente encantada a outra canina de cabelos negros. A acastanhada vendo o estado que sua filha se encontrava na presença da hellhound, bufa já sem paciência enquanto chegava perto da cachorra de pelos cinzas, parando bem na frente da mesma com as mãos na cintura.

 

— Aí cachorrona onde está seu chefe? — Pergunta a morena rosnando mal humorada, afastando sua preciosa filhinha da outra cadela infernal. Recebendo da outra um grunhido alterado de sua hellhound, por tê-la empurrando para longe da maior.

 

— Ele está no escritório, como não tinha um outro andar livre para fazer as gravações eles decidiram colocar a gente nesse andar. — Explicou a cachorra cinzenta calmamente para a diabinha de baixa estatura, apontando direto para a porta e janelas de led azuis que ficava de frente ao escritório da acastanhada.

 

— Tá de sacanagem!? — Gritou a baixinha em completo choque, pondo as mãos na cabeça ao ver que literalmente o estúdio do incubo ficava em frente ao seu trabalho.

 

— Lamento por isso. — A de cadela de cabelos negros fala dando de ombros com um sorrisinho no rosto, por fim se afastando da súcubo e sua filha que ainda a olhava completamente vermelha.

 

— Lamenta é o caralho, vou lá resolver isso. — Quando a de olhos dourados dourados estava para ir até a porta do estúdio, até ela sentir alguém segurar seu braços impedindo que a mais baixa entrasse no estúdio.

 

— Aí patroa, o que cê acha deu só ir lá na gravadora do sans e resolver no diálogo? já que como eu te conheço bem isso não vai ser uma boa ideia, e tu ainda vai causar confus- — Proferiu a lagarto tentando conter a ira destrutiva de sua chefe, que a fita incomodada antes de interromper o diálogo da escamosa.

 

— Alphys, cala a porra da boca! — 

A diabinha exclama exacerbada, puxando seu braço do aperto da dragão que anda até a porta do estúdio do popstar. Deixando apenas a morena junto de sua filha adotiva que observava toda aquela cena calada, mas nitidamente de saco cheio.

 

— Tá bom, beleza eu vou lá! — A lagarto fala dando um sorrisinho animado para ambas, por fim entrando na sala onde o Incubo platinado se encontrava rindo alegre com seus amigos. Todavia, conforme a amarelada tentava conversar com diabrete pálido, a mesma acaba sendo atacada por vários demônios sexuais amigos do popstar, que a cobrem de beijos e carícias luxuriosas. 

 

A morena, que via tudo pela janela do estúdio, fica sem palavras com a ferocidade das investidas dos amigos do platinado na pobre dragão que por um milagre consegue sair do estúdio, repleta por marcas de beijos e com as roupas totalmente bagunçadas. A lagarto arfava cansada e aterrorizada conforme se afastava da porta da gravadora andando, até sua patroa por quem passa direto indo pro escritório ficar com a esposa, apesar de ainda estar meio tonta pela agressão que tinha sofrido. 

 

— Acho que vou descansar um pouquinho lá na recepção chefe….

 

Vendo o estado em que sua funcionária se encontrava, a baixinha finalmente chega ao limite de sua paciência, ela cerrar os punhos violentamente caminhando até a porta do estúdio cujo arrombou, dando um chute tão poderoso que fez a porta voar longe. Fazendo todos ali presentes na sala se assustarem e mirarem a de olhos áureos surpresos, exceto pelo grisalho que observa de braços cruzados a mais velha se aproximar de si com a cara em uma carranca mortal.

 

— Já chega! Quem você pensa que é para tratar minhas funcionárias assim seu prostiputo nojento!! — Reverberou a baixinha em completa fúria apontando pro pálido, que apenas levantou uma das sobrancelhas em descrença dando um pequeno sorrisinho debochado, movendo seu rabo lentamente de forma ameaçadora.

 

— Ela se intrometeu em nosso estúdio, a gente estava só fazendo o mínimo para tirar dela aqui. — O Íncubo responde entre risos junto de sua equipe, deixando acastanhada ainda mais irada com os dentes rangendo.

 

— Aí que você se engana seu otário! Esse andar é meu, e se tu acha que pode ficar aqui fazendo o que bem entender, está redondamente enganado. Por isso, te desafio para um duelo demoníaco!! — Concluiu a morena com um sorriso diabólico para o platinado, dando uma risadinha macabra movendo a própria cauda em entusiasmo e confiança.

 

— Um duelo demoníaco? está certo então, sobre o que vai ser esse duelo sua broxa. — Prateado sorria colocando as mãos nos joelhos se inclinando pouco para baixo, ficando quase na altura do súcubo que encarava com um semblante perverso. 

 

— Olha, você é o seu bando de vagabundos que sempre vão para terra espalhar AIDS e Sífilis. Enquanto o festival de primavera é um prato cheio para mim e minha equipe, matarmos uma caralhada de pessoas. Então o bagulho vai ser o seguinte, se eu e minha equipe executarmos mais gente do que vocês conseguem fuder em um único dia, tu vai pegar suas coisas e sumir da minha empresa. — Quando a menor terminou de falar todos que estavam ali ouvindo-a começaram a gargalhar, sem conseguirem acreditar na proposta absurda que a súcubo havia dado e em como aquele desafio seria fácil.

 

— Caralho isso foi muito hilário… mas falando sério, eu aceito esse duelo mas não fica chorando depois por ter perdido docinho, porquê já ganhei essa aposta. — O pálido responde seguro de si, botando as mãos na cintura mas ainda mantendo um riso orgulhoso, que fazia a mais baixa querer arrancar os cabelos de ódio.

 

— É o que veremos sua puta! 

 

A diabrete grita dando as costas para o demônio, por fim deixando o estúdio e partindo para seu escritório onde ao entrar na recepção pode encontrar o casal de diabretes sentadas no sofá. Com a tubarão segurando em seus braços sua cônjuge que parecia meio corada pelos cafunés que recebia da esposa, cujo sorria contente com a vergonha da dragão. A acastanhada vendo tal situação sentiu toda sua ira desaparecer, abrindo um largo sorriso malicioso enquanto se aproximava das duas serenamente com a cauda balançando, parando na frente de ambas as colegas. Suas amigas notando sua aproximação, olham para ela com um certo divertimento já sabendo perfeitamente o porquê da diabinha ter ficado feliz tão de repente.

 

— Tu nunca vai cansar de ver a gente se pegando né? — A lagarto suspirando olhando para a mulher sorridente, cruzando os braços tentando entender o fetiche da outra com os seus momentos íntimos junto de sua esposa.

 

— Talvez, tô feliz de ver que tua mulher tá cuidando de ti, enfim. Vamos pro nossos negócios, eu tenho planos para fuder com aquele gay arrogante. — A morena afirma animada andando até a mesa da recepção, cujo sua amada filha canina estava sentada mexendo no celular concentradamente. O casal por outro lado se ajeita no móvel para prestarem uma melhor atenção na de olhos dourados, que revirava as gavetas da mesa em busca de seu pequeno quadro branco o qual acha segundos depois, o pegando junto de uma caneta vermelha.

 

A diabrete então volta para perto das demônias, começando a contar o seu plano conforme desenha no quadrinho branco para que suas amigas vissem, e quando termina tal explicação a mais baixa bate as palmas em euforia encarando o casal em buscas de alguma dúvida. 

 

— E com tudo isso explicado, alguém tem uma dúvida? — Ela pergunta entrelaçando as mãos, mantendo sua atenção nas casadas que a olhavam surpresas, processando toda aquela enxurrada de informações.

 

— Eu não tenho, mas os seus dotes artísticos são uma merda viu. — Respondeu a amarelada de forma crítica para sua chefe. Deixando a mais velha de cara emburrada, pondo uma mão no rosto irritada.

 

— Alphys se você não tem uma dúvida, então é melhor ficar calada ao invés de dar críticas alheias no meu traço artísticos, alguém tem realmente uma dúvida? — Questionou a demônio bufando aborrecida tentando controlar a própria raiva para não humilhar sua funcionária, tirando a mão da face.

 

— Agora tenho uma de verdade, como que a gente vai chamar vários clientes em um só dia? vai ser impossível. — A tubarão indaga pensativa acariciando o próprio queixo, buscando por um método que elas fariam para chamar tantos clientes em tão pouco tempo.

 

— Agora sim, era isso que queria ouvir! Será fácil e só eu fazer um cartaz de desconto, colar em alguns lugares, daí todo mundo vai ver é pedir os nossos serviços! — A baixinha enfatiza com um sorriso alegre, pegando uma folha de papel da mesinha de centro da recepção, pegando a mesma caneta que tinha jogado no chão. Escrevendo na folha de papel a nova promoção de mortes, que sua empresa estava fazendo naquele dia.

 

— Isso não vai funcionar patroa. Ninguém vai acreditar nesse cartaz mal desenhado e escrito. — Acrescenta a réptil analisando o cartaz da moça, ainda sentada no sofá ao lado da azulada que parecia entretida com a felicidade contagiante da súcubo asiática. 

 

— Confia na mamãe aqui, e vem na minha gatona~ — A acastanhada fala confiante correndo pro seu escritório imprimir outros cartazes, que depois de todos prontos ela retornar para a recepção com uma montanha de cartazes em mãos. Assim ela chega perto da dragão, pondo os folhetos no colo dita cuja que suspira cansada antes de pegar as folhas e se levantar do sofá, saindo do prédio com sua chefe para colar os cartazes improvisados pelas ruas. Deixando a tubarão azulada sozinha no escritório, com a cachorra de pelos violeta da chefe.

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— Muito bem, agora é só esperar! — A diabinha responde animada colando o último folheto em um dos postes da cidade infernal, batendo suas mãos como se as limpasse de alguma poeira imaginária de seu árduo trabalho. Todavia, a dinossauro amarela apenas gemeu frustrada com os braços cruzados, esperando ao lado de sua chefe teimosa pela chegada de algum cliente.

 

— Patroa eu já falei, não é possível que milhares de clientes apareçam em segundos, com esses cartazes mal diagramados em um só dia! — Entretanto quando a amarelada acaba de falar um pecador surgi atrás dela, tocava em seu ombro fazendo com que ela se vire, vendo o demônio em forma de ave segurando numa das mãos o cartaz de promoção.

 

— Com licença, eu vi vocês duas espalhando esses cartazes e queria saber se o que tá escrito nisso é verdade. — Então atrás do mesmo demônio aparece vários outros pecadores, ficando em volta das duas diabretes. A de olhos dourados percebendo isso sorri mostrando os dentes pontudos, dando uma cotovelada no ombro da lagarto que se encontrava ainda em estado de choque pelo plano da morena ter dado certo. 

 

— O senhor está completamente correto, meu caro amigo emplumado e quem o senhor estaria interessado em matar?

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O grupo havia acabado de sair do portal que dava para a praia do mundo humano, elas ficam escondidas embaixo de um deque vendo vários humanos festejando e bebendo feito loucos. Frisk pega a lista de vítimas e entrega para sua filha loba de pelos violetas, que cheira a folha sentindo o cheiro de cada um dos alvos que precisavam matar. A menor por outro lado aproveita disso para finalmente tirar sua roupa, ficando apenas com seu biquíni vermelho com vários desenhos de coelhinhos brancos além de usar sua pouca magia para esconder suas partes demoníacas, como seus cascos, chifres e rabo.

 

— Pronto, todos já foram rastreados. Alphys, Undyne vocês duas já sabem o que fazer né? — A moça mira para o casal de demônias que confirmam balançando as cabeças ansiosas, pegando suas armas carregadas e prontas para.

 

— Esse é o espírito minhas lindas! Agora vamos começar com o trabalho. — A súcubo e sua filha adotiva saem debaixo do deque para começarem sua chacina. O casal de diabetes por outro lado vão se esconder nos becos da cidade costeira, onde a diabrete levava seus alvos para executa-los com a ajuda de suas colegas sem que chamem atenção, durante seu abate sanguinolento.

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— Eu não vejo a hora de olhar para a cara daquele viado fudido, quando ele vê que perdeu essa aposta!! — A morena diz extremamente animada assassinando mais uma de suas vítimas, cravando uma faca profundamente no peito do homem que cai no chão desfalecido. Contudo suas funcionárias que estavam ali com ela, tinham acabado de embalar mais um dos cadáveres num saco de lixo, e ambas se aproximam dela sorrindo com as mãos cobertas de sangue.

 

—Olha Frisk acho que a gente já ganhou dele nessa, mas sabe, eu acho que devíamos fazer isso bem mais vezes. — Responde a tubarão contente pegando o corpo do homem que sua chefe havia finalizado, e com as próprias mãos a azulada começa a arrancar membro por membro do falecido. A baixinha ao ouvir isso dá uma risadinha botando as mãos na cintura de forma orgulhosa, vendo a diabinha marinha dilacerar o cadáver como se fosse um simples brinquedo feito de pano.

 

— Acho que você tem razão Undyne, a gente devia fazer isso com mais frequência. O que acha Alphys? — A de olhos dourados pergunta para a dragão, que ajudava sua amada juntando os pedaços daquele corpo e os colocando dentro dos sacos plásticos, mas que dá sorriso de canto divertido para a patroa. 

 

— É, até que no fim isso não foi uma má ideia. Mas chefe, onde está a Susie? — Indaga a amarelada em dúvida para a de olhos dourados, fechando o saco que segurava com um nó apertado, percebendo que sua chefe olhava para os lados procurando pela cadela que sumiu misteriosamente. 

 

— Aí meu Satanás do céu, sequestraram minha filha! — Exclama a Japonesa completamente angustiada, botando as mãos na cabeça. Imaginando nas coisas terríveis que alguém poderia estar fazendo com sua preciosa filhinha.

 

— Calma Frisk, ela deve estar atrás dos outros alvos. Afinal é da Susie que estamos falando, aquela loba sabe se defender muito bem sozinha. — Acentuou a dragão tentando tranquilizar a mulher angustiada, segurando um dos ombros da mulher com delicadeza. 

 

— Mesmo assim, ela ainda pode estar em perigo! Eu vou atrás dela! — A mais baixa responde sua amiga desesperada, saindo do beco onde estava para voltar a praia em busca da cadela infernal. Todavia, a réptil observa sua chefe se afastar da zona em que estavam, e sem opção a demônia solta um suspiro esgotado antes partir atrás da acastanhada acompanhada de sua esposa, que por sinal tinha acabado de esconder as provas dos crimes que cometeram.

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Frisk andou por toda a praia procurando pela loba de pelos violetas, passando por aquele mar de pessoas alcoolizadas que se divertiam jogando e conversando na beira da praia. Quando a menor achou sua querida filha deu um suspiro aliviada vendo que sua bebê estava ótima e sem um único arranhão, mas sua serenidade logo morre quando notou que a loba púrpura conversava animada e um pouco corada com a hellhound de seu ex. Neste momento o sangue da súcubo ferveu de ódio por presenciar tal cena e logo se aproximou da cadela cinzenta, que aos seus estava perto demais de sua cão infernal cujo afastou da outra canina, puxando-a pela cauda.

 

— Fica longe da minha bebê sua pulgenta pervertida, ou eu juro que te mato! — Berrou a acastanhada zangada rosnando para a cachorra de cabelos negros, que não parecia se intimidar com as atitudes da baixinha a sua frente.

 

— A gente só tava conversando moça, nada demais. — Explicou a hellhound de pelos cinzas calmamente, mirando a moça nos olhos. A loba de pelos roxos assistia tudo totalmente constrangida e furiosa com as ações de sua mãe contra a outra cadela, então farta daquela situação ela empurra a mais velha para longe de sua “amiga”.

 

— Para com isso Frisk! Porque você sempre tem que fazer isso?! — A loba fala aborrecida, dando um grunhido alto para a súcubo que apenas coloca as mãos na cintura indignada.

 

— Porque temos uma aposta para ganhar minha flor, e também não quero te ver perto dessa vira-lata!! — Conclui a de olhos dourados alterada, apontando para cadela cinza que via toda a discussão calada e sem dizer uma palavra. 

 

— Ela não fez nada comigo, e sinceramente esse problema da aposta é completamente seu. — A cão infernal responde franzino as sobrancelhas emputecida, arrependida de ter aceitado ajudar a mais velha naquele desafio idiota. 

 

— Olha minha linda você até pode estar certa, mas isso não significa que você pode sumir do nada para ficar conversando com essa safada! — A morena gesticula enraivecida, dando as costas para a canina que revira os olhos cruzando os braços, apertando o canto dos olhos usando das mãos pela cena vergonhosa. 

 

— Sabe, pra mim já chega, você sempre faz isso quando tento fazer amigos, mas dessa vez eu não vou deixar! Não sou mais uma criança Frisk e saiba que não preciso de você!.... Eu nunca precisei…— A mais nova sussurra a última parte se virando de costas para a acastanhada, enrolando seu próprio rabo nas pernas enquanto apertava os braços com força. A súcubo no entanto estava sem chão com as palavras que escutou saírem da boca da loba púrpura, com um sentimento insuportável de culpa tomar posse do seu ser que por muito pouco não caiu em lágrimas.

 

Todavia, o momento de melancolia das duas demônias é interrompido drasticamente quando batidas altas são ouvidas vindo do enorme palco da praia, que de imediato chama a atenção de todos os banhistas presentes ali, incluindo da diabinha e sua filha hellhound. Ambas notando uma silhueta familiar que se formava no palco da onde a música romântica tocava, deixando as outras pessoas do local completamente envolvidas e enfeitiçadas.

 

— E aí festeiros de plantão! estão prontos para fuderem até anoitecer? Então todos a bordo e aproveitem~ — O Incubus fala de maneira contagiante saindo de dentro da fumaça rosada com aroma cereja em sua forma humana, deixando os humanos que o assistiam eufóricos com sua presença. Enquanto os telões mostravam a frase “vai se fuder Frisk”,deixando a dita cuja que via tudo de longe espumando de raiva pela ousadia do platinado.

 

— Ótimo, era só o que me faltava. Esse fudido já começou com aquela música do acasalamento! Agora sim perdi a aposta! — A de olhos dourados grunhi puta batendo com o pé no chão, vendo os demônios sexuais disfarçados de humanos pegarem os banhistas durante o show do albino.

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Mas durante tudo isso o casal de diabinhas que estavam escondidas atrás de uma mesa lotada de barris de cerveja, via toda aquela comoção de pessoas como uma excelente oportunidade para matarem mais alguns de seus alvos. Então quando a lagarto estava prestes a atirar com o seu rifle na cabeça de uma mulher, um homem bêbado aparece derrubando a mesa fazendo que a mesma voasse e caísse bem no meio de um grupo de humanos lhe pegam colocando dentro de um dos barril de cerveja. A réptil começou a beber uma quantidade generosa para não ser afogada pela a bebida, conforme as pessoas ficam jogando o barril de um lado a outro como se fosse uma bola de vôlei. Até eles deixarem o cooler cair no chão e rola até onde a tubarão estava escondido observando tudo o que fizeram com sua esposa. Rapidamente chegando perto do barril o qual abriu rapidamente se deparando com a dragão, completamente alcoolizada e tonta que caiu de costas no chão logo que saiu do recipiente ainda cheio de cerveja.

 

— Ohhh~ Undyneee~ hehe nossa desde quando seus músculos são desse tamanho?..~ posso me agarrar neles~? — Questionou a amarelada corada e entre risos bobos, olhando pro corpo estrutural e bem trabalhado de sua amada, balançando a cauda alegremente. 

 

— Sua bobinha~ — A tubarão sorri contente, vendo o estado da esposa cujo se abaixou para pegá-la em seus braços fortes. Cobrindo a dragão de beijos apaixonados, a qual soltava pequenos gemidos adoráveis pelo gesto cheio de amor da companheira, se aconchegando o máximo que podia no corpo da outra.

 

Entretanto, as casadas surpreendidas por um colossal monstro peixe, resultado das substâncias alcoólicas que o incubo albino bebia antes de começar seu show, e que acabaram caindo no mar contaminando a água do mar assim como os poucos peixes que sobreviveram. A criatura enorme então, começa a matar alguns dos banhistas causando assim um grande caos na praia porém quando tal besta viu a dragão amarela, o mesmo pega ela com sua língua para devora-la, mas a diabete tubarão que olhava furiosa para a criatura no mesmo momento, tira do bolso da calça uma adaga afiada de bronze cujo usou para cortar os tentáculos da besta. Que tentava lhe atacar mas que grunhiu de dor ao ver a tubarão decepou um de seus tentáculos com a lâmina, aproveitando essa brecha a demônia escalar no peixe mutante até chegar na boca da fera, abrindo a mesma com certa dificuldade mas que ao fazer consegue pega sua amada, utilizando o próprio rabo que inclusive arranca a língua do monstro. Jogando ela junto com Alphys para a praia, mas satisfeita a tubarão pula na besta se pendura dela dentes e quando vê um tentáculo indo na direção dela, a mesma o pegava a tempo usando como uma espécie de corda para girar em volta do pescoço do monstro o qual cortou com sua adaga, fazendo uma chuva de sangue voar pelos ares manchando a areia e as águas do oceano.

 

— Amo tanto aquela mulher~ — A lagarto diz ainda bêbada com um grande sorriso no rosto, vendo de forma privilegiada a cena épica de sua esposa matando aquela besta colossal.

 

— Ela faz fio terra em tu, não faz? — Pergunta a súcubo dando um sorriso malicioso, segurando a reptiliana no colo pela mesma nem se aguentar em pé direito.

 

O corpo do monstro finalmente caia no mar e a tubarão por sua vez sai de dentro das águas exausta, tirando a franja molhada de seu rosto e a puxando para trás de forma atraente. Fazendo a de olhos dourados corar levemente assim como a esposa da azulada, que abanava o rabo sem parar.

 

— Mandou bem Undyne! — Parabenizou a morena de baixa estatura sorridente se aproximando da diabinha marinha, retornando a sua forma demoníaca.

 

— Obrigada patroa... a Alphys está bem? — Indaga a azulada preocupada sentando de joelhos na areia, olhando para sua chefe que segurava sua cônjuge nos braços.

 

— É claro que sim, mas ela tá mamadinha ainda. — A diabinha responde jogando a réptil para os braços da maior, que sorri alegremente dando beijinhos doces na escamosa.

 

A diabrete dá um sorriso largo vendo o casal em seu momento de carinho, suspirando contente pelo amor intenso que ambas tinham e que certa forma a fazia ter uma inveja, apesar de no fundo almejar ter um amor tão especial e selvagem quanto os de suas colegas. Contudo, o sossego do trio é destruído quando o incubo albino aparece rindo, acompanhado de seu grupo de demônios sexuais que assim como ele estavam em suas formas humanas. A de olhos dourados rosna baixo irritada movendo a cauda lentamente, mas se contém respirando fundo encarando o grisalho que sorria de canto vitorioso.

 

— Olha só, as putinhas já sabem quem venceu esse duelo não é mesmo? — O platinado fala como forma de provocar o trio de diabinhas, porém elas pareceram não se incomodar com tal afronta.

 

— Cê pode até ter vencido, mas olha, parece que você deixou isso aqui cair — A tubarão azulada acrescentou se levantando da areia ainda segurando sua esposa no colo, mostrando a garrafa de cerveja do prateado a qual jogou na direção do mesmo que pegou o objeto levemente frustrado.

 

— Sabe acho séria um problemão se o Mettaton, descobrisse que você criou um monstro marinho gigante né. — Afirmou a acastanhada rindo entretida, notando a expressão de pavor do seu ex assim como as de seus colegas que ao seu ver, tornava tudo ainda mais cômico.

 

— Isso aí! vocês estãooo completamente…~ Fudidos~!! — A dragão fala alegre e bêbada apontando prós pálido, soltando pequenos solos por causa do álcool ainda presente em seu sangue.

 

— Err.. m-mas também seria um problema se ele soubesse que essas duas estavam aqui em cima sem disfarce! — O albino nervoso, tentando se defender acusando o casal de diabinhas, cujo não pareceram se espantarem com aquele fato.

 

— Um humano me chamou.. de jacaré~ e eu não sou!.. Um jacaré~!! — A lagarto concluiu alterada olhando pro Íncubo, antes de encostar com a cabeça novamente nos peitos de sua amada, que sorri dando um selinho na cabeça da amarelada.

 

— Mas então, nós podemos fazer um acordo de que isso nunca aconteceu se você devolver a nossa vaga e sair do nosso prédio. O que acha hein? — A baixinha propõem feliz com um sorriso largo, estendendo sua mão para o platinado que a olha enfadado serrando os punhos.

 

— Grrr… Tá.. bom. — O popstar concorda grunhindo derrotado, apertando a mão da súcubo japonesa.

 

— AE CARALHO VENCEMOS! CHUPEM MINHA PICA OTÁRIOS!! — Comemora a menor loucamente após largar a mão do incubo, dando o dedo meio pro mesmo que revira os olhos cruzando os braços aborrecido, vendo a atividade infantil da mulher.

 

— Tá bom que seja, DESS VAMOS EMBORA! — O platinado grita chamando por sua cão infernal, que ainda conversava com a loba violeta filha adotiva de sua ex. Ambas então se olham dando mais algumas risadas, antes da canina de pelos cinzas partir junto do albino e sua equipe.

 

— Bom parece que tenho que ir, mas muito bom te conhecer Susie e se quiser posso te levar para uma festa qualquer dia desses! — A cadela de pelos cinzas diz com entusiasmo, dando um soquinho de leve no ombro da cadela púrpura, que ri meio envergonhada e desconcertada pelo toque da mais velha.

 

— Claro! e-eu adoraria muito ir e foi um prazer te conhecer também December… — A loba sorri balançando a cauda rapidamente, ficando um pouco nervosa pelo convite que a outra havia acabado de fazer.

 

— Perfeito então, Sabe o meu namorado dá umas festa de amarrar! Tenho certeza que você vai adorar, tem muita gente legal por lá também. — Comenta a de cabelos curtos negros inocentemente, acabando com toda e qualquer expectativa da loba paquerar sua crush.

 

— Oh sim... vai ser daora… então tchau. — A cachorra roxa se despede da amiga, andando cabisbaixa com as orelhas caídas até o portal que sua mãe abriu de volta pro, pelo qual atravessou junto das amigas de trabalho da acastanhada. Que antes de se fechar deu novamente o dedo do meio para seu ex namorado, que grunhiu furioso se virando para ir embora.

 

No entanto quando o grisalho tinha acabado de sair da praia com o seu grupo, eles são parados pela polícia e diversas viaturas que os encurralam apontando diversas armas enquanto ordenam, que o incubo se entregue junto de sua equipe.

 

— Gente, nós vamos chupar muita pica de PM… — Diz o pálido cantando um suspiro cansado conforme levantava os brancos em sinal de rendição, ouvindo de seus amigos um gemido de desânimo imitando a mesma ação do popstar.

 

Notes:

Olá pessoal, eu espero que vocês tenham gostado dessa minha primeira história que fiz com um amigo meu! E por favor sintam-se livres para comentar e perguntar, quais quer coisa a respeito dessa obra. E caso alguém se interesse essa fanfic tbm está disponível no Spirit fanfics!